domingo, novembro 27, 2011

Natal de esperança...Caiçara de Baixo/Cruz-Ce.

Não perca !!! um dia muito especial na vida das crianças da Caiçara de baixo..no dia 23 de Dezembro "Natal das crianças 2011 de  as 8:00 as 10:00 da manhã.. Você cidadã faça sua contribuição doando um presente ou um lanche que será distribuído na festa ,e sua presença será de um grande valor na vida dessas crianças. Faça seu natal mais feliz fazendo uma criança feliz.informações :procure Iara moura e Mariana em caiçara.



Ronaldo assoprando as velas da esperanças:

terça-feira, novembro 22, 2011

Caiçara de Baixo-Cruz-Ce Beneficiada com a capacitação do PROJETO CAJUS.

Projeto com mulheres de fibra, que acreditam que unidas podem chegar longe, vale resaltar que por ser uma comunidade de grande carência sócio-econômica esse trabalho em conjunto veio fortalecer a grande vontade de crescer e se capacitar para cada ter sua propria fonte de renda. Parabenizar a Ação do Sr. João Castanha em escolher uma comunidade merecedora desse projeto!




 Iara Moura, saboreando uma cocada de cajú.  
 
                                                                    
Dona Lurdes de Bela-Cruz, professora do Curso, explicando como se prepara os dorces.

 A Sra. Zilma, uma das participantes do curso, ajudando a fazer varias delicias de cajú.

Projeto CAJUS realiza capacitação no Município de Cruz-CE

O projeto CAJUS realizou nos dias 27, 28 e 29 de setembro o curso de Processamento de Frutas com Noções de Associativismo, Cooperativismo, Agroecologia e Economia Solidária na comunidade de Caiçara de Baixo, no Município de Cruz-CE. A atividade contou com a participação de 30 pessoas, entre jovens, mulheres e remanescentes quilombolas da região

O Nordeste do Século XXI

O Nordeste do Século XXI

Em mais uma iniciativa da série Diálogos Capitais, a revista CartaCapital apresenta o seminário “O Nordeste do Século XXI: desenvolvimento com igualdade social”. O encontro vai discutir o desenvolvimento da Região Nordeste e seus programas sociais, a fim de levantar quais desafios ainda devem ser enfrentados e quais os problemas a serem resolvidos. Os governadores da Bahia, Jacques Wagner, de Pernambuco, Eduardo Campos e do Ceará, Cid Gomes, entre outras autoridades do setor público, empresários e estudiosos vão debater essas e outras questões.
Data: 6 de dezembro de 2011
Horário: das 9 às17h30
Local: Hotel Deville  – Rua Passárgada – Itapuã - Salvador – Bahia
Para mais informações clique 

Alunos de Cajueirinho pesquisam sobre o trabalho escravo na comunidade no periodo do Surgimento da Comunidade.

Alunos de Cajueirinho pesquisam sobre o trabalho escravo na comunidade no periodo do Surgimento da Comunidade.

As pesquisas realizadas pelos alunos da EEF JOAO EVANGELISTA VASCONCELOS fazem parte da  REVISÃO DO MAPEAMENTO CULTURAL do SELO UNICEF  em Cruz e foram produzidas no período do segundo semestre letivo. Os textos produzidos mostram a figura do Sr. fundador da comunidade e dono de escravo além de um trabalho importante realizado pelo mesmo na comunidade com participãção de trabalho escravo.



PESQUISAS DE CAMPO



FRUTUOSO JOSÉ DE FREITAS



Frutuoso José de Freitas, residia em Córrego Fechado, Município de Acaraú. Foi o fundador desse localidade, segundo relatos do Sr. Manoel Messias de Freitas.

Por volta de 1870, Frutuoso e sua família vieram morar nesta comunidade quando adquiriu propriedades por aqui. Logo tratou de agasalhar sua família, construindo casas e dando continuidade ao seu trabalho de agricultor e criador de animais. Frutuoso era um senhor de posses, tinha grandes propriedades de terra e com isso muitas pessoas lhe prestaram serviços, inclusive um casal de escravos que trabalhava para a família desde muito tempo. Sua condição de dono de escravo não lhe tornava um senhor severo e explorador. Seus escravos tinham morada própria cedida pelo patrão.

Em pouco tempo a propriedade do Cajueirinho transformou-se na 'Fazenda Cajueirinho', nome originado de um pequeno cajueiro situado em frente a casa de Frutuoso que passou a ser o ponto de referência para quem circulava por estas terras.

Com os tres mil e seiscentos hectares de área que demarcava o Cajueirinho, Frutuoso ganhava prestígio e poder perante a sociedade. No dia 06 de abril de 1883, D. Pedro II, lhe concedeu o título de Capitão da Guarda Nacional.

Depois de ter fundado a Fazenda Cajeirinho, o velho Frutuoso entregou aos seus familiares seus bens e voltou a morar na sua propriedade de Córrego Fechado vindo visitar sua fazenda somente nos finais de semana.

O tempo e a idade se encarregaram de consumir as forças de Frutuoso que veio a falecer em julho de 1919, com 96 anos, deixando para as gerações futuras seu exemplo de vida, sua história e o Cajueirinho, que hoje de pequeno só tem o nome.

Frutuoso está presente na memória das crianças, jovens e adultos que circulam pela praça do Cajueirinho que recebeu seu nome como reconhecimento ao seu mérito.



Sabrina Sousa Moraes – 14 anos – Cajueirinho 1 – 06/10/2011 – EEF João Evangelista Vasconcelos.



CACIMBÃO – MEMÓRIA DO TRABALHO EM TEMPOS DE CRISE



NO ano de 1817, uma grande seca abalou profundamente a vida dos moradores de Cajueirinho. Frutuoso, primeiro proprietário desta terra, diante da escassez de água e do pedido de socorro do povo, reuniu os trabalhadores e mandou cavar um cacimbão no leito do Córrego para abastecer as famílias e salvar as criações de animais.

Dentre os trabalhadores que escavaram o poço havia um casal de escravos: Pedro Marques da Cunha e Jacinta Maria da Conceição. Foi um trabalho árduo e manual onde o barro era retirado em cestas de cipó e arrastado em cima de couro de boi. As paredes do tanque com o cacimbão no centro foi feita de alvenaria numa área retangular de 8 por 50 metros e 20 metros de profundidade com uma rampa para facilitar a retirada do material e a descida dos animais para beber.

O tempo passou e com isso a erosão provocada pelas águas correntes, foi soterrando o cacimbão a ponto de ficar imperceptível. Somente no ano de 1983, com uma outra seca, que afligiu a população, o governo do estado lançou um programa de emergência, o popular “Bolsão da Seca”, viu-se a possibilidade de restaurar o velho cacimbão. Cinquenta homens escavaram por quatro meses em meio a muita lama e atingiram 12 metros de profundidade.

Esta obra construída em época de crises, é de grande valor histórico para a comunidade por representar uma conquista das primeiras gerações do Cajueirinho. Atualmente o cacimbão está em processo de soterramento, mais ainda serve para matar a sede dos animais na época do verão e divertir os adolescentes que se aventuram a pescar.



TAINARA MARIA DE SOUSA CARVALHO - 13 anos – Cajueirinho 1 – 07/10/2011 – EEF João Evangelista Vasconcelos.

segunda-feira, novembro 21, 2011

Força Sindical : em breve com sede em Caiçara Cruz-Ce

FETRAF-CE INFORMA: AGRICULTORES FAMILIARES DO ESTADO DO CEARÁ SE MOBILIZAM E AVANÇAM SUA ORGANIZAÇÃO CADA VEZ MAIS. PDF Imprimir E-mail

A_Fetrafinha
Milhares de Agricultores Familiares de todo o Estado do Ceará, atendendo a convocação de Raimundinho do PT, Presidente da FETRAF-CE se mobilizaram na SEMANA DA LEI DA AGRICULTURA FAMILIAR de 24 a 31 de Julho de 2011. Foram várias as manifestações que dão conta da consolidação da organização do movimento da Agricultura Familiar em todo o Estado do Ceará e do Brasil. Vale destacar que as mobilizações avançam até o dia 07 de agosto de 2011, quando milhares de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais farão Assembléias e encontros em vários municípios do Estado do Ceará.
Maiores Informações:  FETRAF-CE
Bael Peixoto e Raimundinho do PT
Fone: 88 9909 6803 ou 88 9929 9468
Fax: 88 3643 1044
Cx Postal 13 – Cep 62160-000
Massapê-CE.

Aeroporto de Jeri terá padrão internacional


Aeroporto de Jeri terá padrão internacional

 
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Sediado em Cruz, o aeroporto de Jericoacoara terá capacidade para receber Boeing 767 
DIVULGAÇÃO
engenharia no Aeroporto de Cruz faz o projeto ter orçamento mais elevado que o do Município de Aracati
Aracati. O secretário de Turismo do Estado, Bismarck Maia, diz não haver motivo para questionar a diferença de preço nas obras dos aeroportos de Aracati e de Cruz. De acordo com ele, um terminal de passageiros um pouco maior e principalmente uma pista que será construída "do zero" explicam a diferença de R$ 32 milhões entre os dois aeroportos, que vão movimentar o litoral do Ceará. A reportagem de ontem questionou a disparidade de valores entre os dois aeroportos que terão igual capacidade de voos e são construídos sob mesmo projeto arquitetônico. O custo de construção de um aeroporto é 2,5 vezes mais caro que do outro.

"O aeroporto de Jericoacoara terá padrão internacional, enquanto o de Aracati é padrão nacional", afirma Bismarck Maia, secretário de Turismo do Estado. Em termos práticos, o terminal de passageiros e o pátio de aeronaves deve ficar 40% maior que o de Aracati, o que corresponde a aproximadamente R$ 4 milhões a mais entre um aeroporto e outro. Para Bismarck Maia, a maior diferença de custo se dá pelo investimento na pista de pouso e decolagem. Enquanto a pista de Aracati já estava 66% construída (portanto o solo já estava compactado), o aeroporto de Jericoacoara, sediado no Município de Cruz, será totalmente construído. Ou seja, antes da manta asfáltica o solo precisará ser totalmente compactado.

Ampliação
O aeroporto de Aracati (custo total de R$ 21 milhões) teve ampliação de 1.200 metros para 1.800 metros de pista, que se somam a outros 400 metros de área de escape (não asfaltado), totalizando 2.200 metros de comprimento por 30 metros de largura. O aeroporto de Cruz (custo total de R$ 53 milhões) terá 2.200 metros de comprimento e 45 metros largura de pista asfaltada e, portanto, compactada. A diferença ficou assim: a pista de Aracati tem 54 mil metros quadrados de área construída (dos quais 18 mil m² a mais foram compactados) e a pista de Cruz terá 99 mil m² de área construída (solo compactado mais asfalto). Esse aumento comparativo da área que precisará ter o solo preparado e, depois a pavimentação asfáltica explica, segundo Bismarck, a diferença que chega a R$ 32 milhões entre os dois aeroportos.

Os dois aeroportos estão sujeitos à mesma tabela de preços de material, embora com atualizações de 2008 para cá, "então não há motivos para achar que haja deduções paralelas para um ser mais caro que o outro", afirma o secretário. Tanto o aeroporto de Aracati quanto o de Jericoacoara terão a mesma capacidade de até 1.200 voos por ano. Mas o aeroporto de Jericoacoara poderá receber aeronaves Boeing 767, comuns em voos internacionais, enquanto o aeroporto de Aracati receberá aeronaves 737, comuns em voos nacionais.

O aeroporto de Aracati será entregue até o fim do ano. É a quinta data divulgada desde o primeiro prazo de entrega (julho de 2009). Por toda a semana passada cerca de 50 funcionários da obra entraram em greve. Os trabalhadores reclamavam da falta de segurança na obra (não existia técnico de segurança do trabalho), falta de transporte para os trabalhadores, alimentação precária e a água somente por carro-pipa.

Melquíades JúniorRepórter

Preá e Jeri: os fascínios naturais pela Costa Negra


Preá e Jeri: os fascínios naturais pela Costa Negra.

Continuando o passeio pelas belezas da Costa Negra, nosso ponto de partida hoje é pela Praia do Preá, distrito da cidade de Cruz localizada a 248 quilômetros de Fortaleza, e o fim desta rota de encantos é em Jericoacora.

Cruz 
Cruz integra a Costa Negra e tem como atrativo a Praia do Preá. São 20 quilômetros de extensão nesta vila de pescadores que está despertando o interesse de kitesurfistas de várias partes do mundo. Os esportes náuticos estão contribuindo com a economia e o turismo do município. 

Preá é fascinante por todos os seus aspetos naturais típicos nordestinos, onde a vida é pura e simples, em contacto estreito com uma forte natureza. O turismo se apresenta como gerador de renda na praia do Preá, que reúne adeptos de windsurf atraídos pelos ventos, os melhores do Estado para a prática de esportes náuticos. A vila conta com hotéis e restaurantes de frente para o mar e fica próxima à bela Jericoacoara.

Com muitas alterações de nomes e de situação política, o município teve como primeira denominação São Francisco da Cruz, inspirada em lendas que marcaram a época.


 Jijoca de Jericoacoara


Já mostramos algumas vezes as belezas desse lugar, mas nunca é demais falar de um paraíso como este, não é? Clique aqui e confira o que vistar na famosa Jeri

O nome dispensa comentários e denomina a praia mais bonita do Ceará, Área de Proteção Ambiental (APA) e Parque Nacional. Seu potencial para o turismo é a praia de Jericoacoara, que reúne dunas, serrotes, mangues, mar calmo e belas lagoas. Conhecer Jericoacoara é o sonho de consumo de muita gente. A praia tem boas pousadas, restaurantes com culinária variada e muita animação no tradicional forró.

O acesso à vila é limitado pelas dunas e feito por veículos com tração. O turismo é influenciado pelas belezas naturais, o aspecto selvagem do lugar e os fortes ventos que propiciam condições para o windsurf e o sandboard.

Competição de canoas movimenta a quase intocável Tatajuba


Competição de canoas movimenta a quase intocável Tatajuba


 









A comunidade de Tatajuba, localizada em Camocim a 390 quilômetros de Fortaleza permanece quase intocada. Tatajuba faz parte de um ecossistema formado por dunas fixas e móveis, mangues, lagunas, falésias, lagoas permanentes e interdunares, ligando-se ao mar em algumas épocas do ano.    

Nos próximos dias 26 e 27 deste mês, Tatajuba realizará a XVII Regata Ecológica de Canoas de Tatajuba. Tradicionais nas comunidades da zona costeira do Ceará, as 
regatas de pescadores são competições nas quais os vencedores são aqueles que demonstram maior habilidade de navegação no mar.

Dentro da programação do evento estão previstas, além da competição tradicional, a realização de show de calouros, mini maratona, torneio de futebol, campeonato de pesca de tarrafa e shows de forró. A Rede Tucum, de turismo comunitário, está oferecendo pacotes a partir de R$ 120,00 para visitantes se hospedarem nos chalés ecológicos e participarem de toda a programação da regata.

Tatajuba

Tatajuba é uma comunidade de pescadores e agricultores que tiveram sua vila soterrada em decorrência do caminhar de imponentes dunas. Hoje, em busca de lugares mais seguros, ocupam diferentes espaços, configurando-se em quatro vilas: Nova Tatajuba, Vila São Francisco, Baixa da Tatajuba e Vila Nova.

Duas vezes a cada dia, Nova Tatajuba é ilhada quando um braço de mar é tomado pelas águas da maré cheia. Sobre o Morro Branco, duna mais próxima do mar, a vista panorâmica da área nos tira o fôlego. Mais estonteante ainda é o pôr do sol de uma beleza indescritível.

Nesta praia de mar verde-azulado, com coqueiral exuberante e dunas esculpidas pela ação do vento, os locais que não podem deixar de ser visitados são, a duna do Funil (paredão de areia onde praticantes de sandboard e bugueiros se divertem nesta muralha natural) e a lagoa da Torta (local que possui redes de nylon armadas na margem da lagoa que tocam suavemente a água para um descanso com maior sensação de frescor).


Mais informações
XVII Regata Ecológica de Canoas de Tatajuba - Camocim-CE
Data: 26 e 27 de novembro
Contato: 3226.4154 - www.tucum.org

Portos cearenses têm desafio de vencer gargalos


Portos cearenses têm desafio de vencer gargalos estruturais

Publicado em 21 de novembro de 2011 
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No Pecém, já foram movimentadas, até outubro deste ano, 2,7 milhões de toneladas e, por lá, espera-se atingir, ainda em novembro, o total de três milhões de toneladas 
TUNO VIEIRA
Terminais do Estado comemoram alta na movimentação, mas cenário poderia ser melhor sem as barreiras
O crescimento da economia brasileira tem animado o setor portuário nos últimos anos. Entram na comemoração também os portos cearenses que anunciam ter superado até agora as expectativas de volume de carga movimentada no ano. No Pecém, já foram movimentadas, até outubro, 2,7 milhões de toneladas e, por lá, espera-se atingir, ainda em novembro, o total de três milhões de toneladas. No mesmo caminho segue o Porto do Mucuripe, que já movimentou 3,4 milhões de toneladas de carga. Contudo, o cenário poderia ser ainda melhor não fossem as barreiras estruturais que os portos ainda enfrentam.

A área do pátio do Mucuripe está "estrangulada", segundo o presidente da Companhia Docas do Ceará, Paulo André Holanda. Ele explica que 40% do espaço está tomado por aerogeradores, carga que impede o trânsito de outras mercadorias e, portanto, gera prejuízo. "Estamos deixando de receber outras cargas por isso. Muitos estão parados por embargos junto à Semace, outros por problemas com a Receita. Uma solução é o desembaraço antecipado, mas ainda não funciona como deveria", lamenta.

Novo terminal
Uma solução momentânea em vista será a construção do novo terminal de passageiros, que agregará uma área de 40 mil metros quadrados - entre a estação de passageiros, retroarea e um cais - e deve ficar pronto em dez 2013. Somente o novo cais, com 350 metros de comprimento e 14 metros de profundidade, permitirá que um navio grande porte, ou dois médios ou pequenos, atraque também no Mucuripe. "É um alívio, mas ainda não resolve o problema, porque esperamos que a economia continue aquecida e que, por isso, os portos também", avalia.

Pátio lotado
O gargalo no Pecém é parecido, mas não chega a ser exatamente o mesmo. O pátio de lá está lotado, mas o problema é a grande quantidade de contêineres vazios, ou seja, não há espaço, porque há falhas na logística de importações e exportações. O gerente operacional do Porto do Pecém, José Alcântara, detalha que, atualmente, a maior parte da carga que sai por lá é de frutas, mercadoria que exige container refrigerado. Contudo, não há muito volume de importação do mesmo segmento, o que significa que esses tipos de contêineres chegam vazios aqui.

"De janeiro a outubro deste ano, 42% de todas as frutas que saíram do País foram via Pecém. Assim dá pra imaginar a quantidade de contêineres vazios que chegam pra ficarem parados aqui: cerca de 9 mil só neste ano", afirma Alcântara. E, se nada for feito, o entrave tende a aumentar. Só do ano passado para hoje, a exportação dessa mercadoria cresceu 16% no Porto do Pecém.

"O ideal seria ocupar de qualquer forma esses contêineres que vão e vem, ainda que com cargas de baixo valor agregado", diagnostica.

Seminário aborda temas
Os gestores dos portos devem discutir essas e outras questões a partir do próximo dia 22, durante o VI Seminário SEP de Logística e a III Feira de Tendências de Logística do Norte e Nordeste, que acontecerá no hotel Gran Marquise, até o dia 25 deste mês. O objetivo de mobilizar a cadeia produtiva para questões como Porto sem Papel, Inteligência Portuária e Modernização dos Portos Brasileiros para Copa de 2014.

Segundo a Secretaria dos Portos da Presidência da República, apesar da crise mundial afetar o comércio exterior de vários países, o Brasil experimenta um crescimento de 11,07% no volume total de carga movimentada, somente no período de janeiro a setembro de 2011, em comparação a todo o ano de 2010. Esse volume representa 683,2 milhões de toneladas e revela que o País já vinha numa recuperação forte da crise anterior, de 2008/2009, quando a movimentação de carga nos portos brasileiros caiu 4,61% entre os dois anos. Em relação aos esforços da Secretaria, tanto a direção do Porto do Pecém, quanto a do Mucuripe, são enfáticas em afirmar que isso se deve pela "autonomia" em relação ao Ministério dos Transportes.

"Os portos do País, nos últimos 20, 25 anos ficaram sem nenhum investimento. Agora, tem um lobby de alguns deputados querendo que a Secretaria dos Portos volte à esse patamar. Isso pode ser um retrocesso para o setor, que só está crescendo. Até março de 2012, cerca de 15 portos estarão com a dragagem completa, pelo Plano Nacional de Dragagem", defende Paulo André Holanda.


Mais informações 
O VI Seminário SEP de Logística e a III Feira de Tendências de Logística acontecem de 22 a 25 deste mês, no Gran Marquise, em Fortaleza

sexta-feira, novembro 18, 2011

lixão do cavalo bravo em caiçara.





Cruz/CE. A Área Pastoral do Distrito de Caiçara promoveu uma Caminhada Ecológica dia 28 de outubro saindo de Caiçara, às 08h00min, seguindo até o lixão que fica localizado na comunidade de Cavalo Bravo há 2 km de distância. A Caminhada ecológica foi liderada pelo administrador da Área Pastoral do Distrito de Caiçara Pe. José Marcone Martins e contou com a presença de representantes da Sede e das comunidades de Cavalo Bravo, Preá e Formosa. Durante a caminhada foi feita coleta de material e registros fotográficos para serem apresentados ao Secretário do Meio Ambiente do Município de Cruz em uma reunião a ser realizada aos 5 de novembro em Caiçara. Vários órgãos relacionados com o meio ambiente estarão sendo convidados para esta reunião. É mais uma tentativa da comunidade para retirada do lixão que foi instalado em local improprio há mais de dez anos e que vem prejudicando os moradores e principalmente causando a poluição do lençol freático com o chorume que é produzido pelo lixo em decomposição, causa da maior preocupação dos moradores.clip_image004
Até bem pouco tempo a situação era ainda mais grave, pois até o lixo de Jericoacoara e animais mortos eram despejados neste lixão. A Prefeitura de Cruz cercou a área e colocou um vigia para que animais mortos não fossem mais colocados no local e também impedir a presença de catadores de material reciclável. Para o vigia Francisco Ricardo de Sousa, Júnior, a falta de EPI põe em risca sua saúde, pois está em contato permanente com lixo das mais diversas procedências além de ser confundido com os catadores de material reciclável. O morador da comunidade de Cavalo Bravo, Pedro Bento Sobrinho, reclama que a água já está contaminada apresentando mau cheiro e “capa rosa” tornando-se impropria para o consumo e também estão sendo prejudicados pela presença de moscas que invadem as casas contaminando os alimentos. A população reclama que já recorreram a várias instituições pedindo uma providencia, mas até o presente nenhuma solução foi encontrada para este problema que aflige a população de Cavalo Bravo. O vento espalha os plásticos e papelão e distribui pelas matas da circunvizinhança e leva o mau cheiro até as residências do entorno do lixão. É dramática a situação dos moradores de Cavalo Bravo que há anos lutam e apelam para as autoridades a fim de que seja retirado este depósito de lixo e transferido para um local mais apropriado e distante das residências, mas não tem sido atendido em suas reivindicações. Várias reuniões já foram feitas, ofícios encaminhados aos órgãos do Meio Ambiente, muita conversa, mas ninguém escuta, estão dormindo. Somente aparece solução verbal em épocas de eleições. Depois tudo cai no esquecimento e continua o lamento da população indefesa que já não tem mais a quem recorrer.
Dr. Lima
Fonte: A FOLHA, SOBRAL


III FEL INTERNACIONAL DO CAMARÃO DE ACARAÚ



O governador do Ceará Cid Gomes esteve neste sábado (12) pela manhã na Fazenda Cacimbas para conhecer a infra-estrutura do III Festival Internacional do Camarão da Costa Negra. Ele estava acompanhado do Secretário de Turismo Bismarck Maia, do idealizador do evento Livino Sales e do seu filho e proprietário da empresa de pescados Nutrimar Rubens Sales.Na ocasião foi entregue o Trófeu de Política e Administração Pública para o Secretário de Turismo como forma de homenagem. Lisongeado, Bismarck Maia recebeu a homenagem das mãos do próprio Livino Sales e da jornalista Edgony, autora do livro "Costa Negra". Durante o evento outros troféus foram entregues. Ontem (11), o agraciado foi o Vice-Governador Domingos de Aguiar Filho com o Troféu Grande Entusiasta do Setor.
Durante toda a manhã ocorreu um brunch e as autoridades públicas tiveram a oportunidade de conhecer os chefs que vieram de outros países para participar do evento.
O governador Cid Gomes fez questão de elogiar a iniciativa pioneira do empresário Livino Sales. Segundo ele, o festival cumpre dupla tarefa. "Nós somos os maiores produtores de camarão do Brasil. Além de ser bom para a imagem do Ceará, é um evento turístico. Conseguimos promover e desenvolver o Turismo no Ceará", afirmou.
Cid Gomes também ressaltou o ótimo momento para a tradição pesqueira cearense. Por meio da pesca, segundo ele, é possível gerar uma maior quantidade de empregos no Ceará. "Continuo com o desafio de lutar pelo desenvolvimento do nosso estado. E não é só o poder público que luta, mas iniciativas privadas como essa possibilitam isso. Nós estamos mostrando o potencial que o Ceará tem".
Por fim, o governador elogiou a preocupação com o meio-ambiente que o executor do festival possui. "Além de melhorar a vida de centenas de pessoas, ainda existe a preocupação com a natureza", apontou.
O III Festival Internacional do Camarão da Costa Negra acontece até amanhã (13), na Fazenda Cacimbas, localizada no Município de Acaraú, litoral oeste de Fortaleza

Fonte: Diário do Nordeste, Negócios, edição de 12/11/11

sexta-feira, novembro 04, 2011

Halloween festa tradicional em caiçara ...










Halloween festa tradicional em caiçara ...







A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas  - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).
O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.
Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

Travessuras ou Gostosuras?(Trick-or-treat)


A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.
Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)
A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.

Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.
enganara Satã ao subir uma árvore. Jack então esculpiu uma imagem de uma cruz no tronco da árvore, prendendo o diabo para cima a árvore. Jack fez um acordo com o diabo, se ele nunca mais o tentasse novamente, ele o deixaria árvore abaixo.
De acordo com o conto de povo, depois de Jack morrer, ele a entrada dele foi negada no Céu, por causa de seus modos de malvado, mas ele teve acesso também negado ao Inferno, porque ele enganou o diabo. Ao invés, o diabo deu a ele uma brasa única para iluminar sua passagem para a escuridão frígida. A brasa era colocada dentro de um nabo para manter por mais tempo.
Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então o Jack O'Lantern (Jack da Lanterna), na América, era em uma abóbora, iluminada com uma brasa.


Bruxas

As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ela é conhecida como "Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!
A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.
O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.
Halloween pelo mundo

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.

Espanha
Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.
Irlanda
A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).
México
No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas.
O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.
Tailândia
Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.

Alguns significados simbólicos
a abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria
a vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.
o caldeirão: fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.
a vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.
as moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.
os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.
a aranha - simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.
o morcego - simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.
o sapo - está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.
gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso
Cores:
Laranja - cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.
Preto - cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.
Roxo - cor da magia ritualística.